Equilíbrio Emocional X Bom
Desempenho
Todo atleta deve ter um bom equilíbrio emocional,
para que possa atingir o máximo de seu desempenho. Este equilíbrio
pode ser obtido junto a seus familiares, que devem não somente incentivar
mas também partilhar de sua atividade esportiva (estar presente em
treinos e jogos), de uma forma sadia e adequada.
O que comumente podemos observar é que em
sua maioria, os pais tornam-se torcedores excessivamente exigentes,
cobrando de seus filhos o que eles não são capazes de realizar e assim
demonstrando sua frustração pessoal, por não ter sido um grande atleta
ou que seu filho também não seja.
Toda pressão, leva o atleta a reduzir o seu
desempenho ao invés de melhorá-lo. Nós adultos devemos respeitar os
limites de nossas crianças e procurar conduzi-las dentro de seu próprio
ritmo.
O treinador também tem um papel muito especial
neste desenvolvimento, pois ele deve agir como um educador e não com
um repressor, demonstrando ter também um bom equilíbrio e assim conseguindo
obter um grupo coeso, que será capaz de entender com facilidade a
orientação. Caso contrário, se for estressado, terá em suas mãos atletas
nervosos e que não corresponderão ao solicitado.
Precisa também respeitar para ser respeitado,
evitando falar palavrões, ser agressivo, menosprezar ou humilhar seus
atletas. A inocência de criança deve ser preservada, para que a violência
não esteja presente nos esportes também, mas sim seja fonte de prazer
e satisfação.
Devemos também estar atentos as modificações
de comportamento dos atletas, elas podem nos revelar muitas coisas,
tanto boas como ruins.
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade
é mais observado em meninos que meninas porque eles têm mais sintomas
de hiperatividade e impulsividade, além da desatenção. Em esportes,
eles são mais intempestivos e facilmente se aborrecem, mesmo com mínimas
frustrações. Podem ter um “pavio curto” e estourar por qualquer coisa.
Em geral também são algo estabanados e um tanto “sem-jeito” porque
a coordenação motora pode estar menos desenvolvida que nas demais
crianças (o que pode ser melhorado com a prática de esportes). Por
serem desatentos, é comum que “comam mosca” e deixem passar oportunidades
durante os jogos. Alguns são tão desatentos que parecem viver no mundo
da lua. A impulsividade, um outro fator presente no TDAH, faz com
que interrompam ou outros ou se metam em brincadeiras mesmo quando
não foram convidados.Todos estes fatores podem contribuir para que
eles sejam menos aceitos pelos colegas e acabem sofrendo algum grau
de discriminação.
Os professores e treinadores devem estar atentos
aos sintomas de TDAH (veja em http://www.dda.med.br/) ,
que merece tratamento, e encaminhar os alunos que julguem necessitar
de uma avaliação por profissional especializado. O TDAH é bem comum:
ocorre em cerca de 5% das crianças.
A ORTODONTIA
É uma área dentro da odontologia que têm como objetivo
obter a posição e a função correta dos dentes.
Toda criança deve visitar um ortodontologista assim
que começar a trocar os dentes de leite pelos permanentes que acontece
em média aos 6 anos e meio e 7 anos.
Nesse período, se for observado alguma alteração,
a criança já começa o tratamento usando um aparelho ortodontico que
ira prevenir problemas maiores no futuro.
Portanto o aparelho ajuda na estética dos dentes,
na musculatura da boca, na respiração correta; Tendo como objetivo
a saúde bucal e geral do futuro adulto.
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